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Os contratos de transmissão televisiva estão a dar que falar no Brasil. E já levaram mesmo os presidentes do Flamengo e do Vasco da Gama a retirar da competição, argumentando que não podem ganhar menos que os outros
AS RECEITAS de televisão criaram a ruptura no futebol brasileiro. Flamengo e Vasco da Gama já abandonaram o Torneio Rio-São Paulo, e de acordo com os dirigentes dos dois clubes, a TV Globo tem contrato com os congéneres do Rio de Janeiro para o Cariocão em 2002, nos mesmo moldes em que foi disputado este ano.
Assim, Flamengo e Vasco da Gama apenas aceitam competir no Rio-São Paulo se a Globo aumentar a verba destinada aos respectivos cofres. “O Flamengo não vai aceitar ganhar menos que os outros. Temos mais partidas transmitidas, por isso temos o direito de pedir mais”, afirmou Edmundo Santos Silva. Por seu lado, o presidente do Vasco da Gama, Eurico Miranda, foi muito claro quando argumentou: “Temos um contrato assinado com a televisão, que ainda não foi rescindido, por isso vamos ter o Cariocão com 12 equipas. Só não sabemos se vai transmiti-lo”.
Por seu lado a TV Globo tem um alibi no contrato do Campeonato Carioca, que consiste no poder de aprovar a tabela da competição e o regulamento. Se isto não acontecer, os clubes e a federação do Rio terão de pagar cerca de 32 milhões de dólares de multa à emissora.
Entretanto, os presidentes do Fluminense, David Fischel, e do Botafogo, Mauro Ney Palmeiro, não estão com vontade de enfrentar a TV. Por seu lado, o director da Globo Esportes, Marcelo Campos Pinto, já disse que o Torneio Rio-São Paulo será disputado por 16 equipas e vai acontecer mesmo que o Flamengo e o Vasco da Gama não participem.
Ainda no Brasil, a polémica no futebol expandiu-se a uma colecção de selos de correio comemorativa dos 20 anos de conquista da Taça Intercontinental pelo Flamengo. O problema surgiu quando os responsáveis pela iniciativa resolveram estampar Romário, numa imagem de 1997 neste selo dos Correios do Brasil, ignorando por completo qualquer dos craques do Flamengo de 1981 que vencera o referido troféu.
ANTÓNIO CARLOS, correspondente no Brasil
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