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Ambos são importantes para proteger o seu patudo de todo o tipo de parasitas.
Manter pulgas, carraças e lombrigas à distância não tem de ser um drama nem uma aula de química. A grande diferença entre desparasitantes internos e externos é simples: uns tratam o que vive por dentro, outros atacam o que morde por fora. A partir daqui, é uma questão de escolher o alvo certo, a forma mais prática para si e para o seu amigo de quatro patas, e um calendário que consiga cumprir sem falhas.
Os desparasitantes internos atuam contra vermes redondos e achatados, e em alguns casos contra protozoários. Funcionam ao paralisar ou matar os parasitas no tubo digestivo para que o organismo os elimine, e podem ser tomados em comprimidos, pastas, líquidos e até em algumas pipetas combinadas. Em cachorros e gatinhos, o plano é mais apertado nas primeiras semanas de vida, porque são esponjas para tudo o que é parasita. Nos adultos, a regra prática é desparasitar de três em três meses, ajustando consoante o estilo de vida, resultados de análises de fezes e se há crianças ou pessoas vulneráveis em casa. Leia o artigo na íntegra no Pets and Company.
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