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O presidente da Câmara Municipal de Oeiras, Isaltino Morais, foi considerado culpado por abuso de poder, fraude fiscal e um crime de corrupção passiva por ilícito (Urbanização da Medrosa), sendo condenado a sete anos de prisão efectiva e à perda de mandato na edilidade.
O tribunal de Sintra considerou ainda que o dinheiro depositado na Suíça é, na sua totalidade, de Isaltino Morais e que este tentou ocultá-lo das Finanças. Por outro lado, não se deu como provada a proveniência do dinheiro, ainda que haja indícios de que tenha sido obtido de forma ilícita.
Nas palavras da juíza, Isaltino Morais "tentou negar o inegável" e que agiu sempre sabendo a ilegalidade das coisas que estava a fazer, refere o "site" da SIC, que adianta que não ficou provado que Isaltino Morais tivesse ficado com o pelouro do urbanismo para tirar benefícios pessoais, ao contrário do que defendia a acusação.
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