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Conservador Friedrich Merz, que se tornará oficialmente chanceler a 6 de maio, deixa alerta
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O futuro chanceler alemão, Friedrich Merz, alertou sábado para o crescente risco de uma crise financeira devido às tarifas aduaneiras norte-americanas e apelou à reflexão para novo acordo comercial com os Estados Unidos.
"As políticas do presidente Donald Trump aumentam o risco de a próxima crise financeira ocorrer mais cedo do que o previsto. Nós, europeus, temos de dar uma resposta convincente", declarou numa longa entrevista ao diário económico alemão Handelsblatt.
Enquanto a China e os Estados Unidos prosseguem uma guerra comercial, os europeus estão na expectativa, após o Presidente americano ter anunciado o congelamento por 90 dias das maiores sobretaxas punitivas que acabara de impor a 60 parceiros comerciais.
No entanto, foram mantidas outras taxas sobre o aço, o alumínio e os automóveis, nomeadamente contra a União Europeia que afetam de forma particularmente dura a economia alemã, pela forte componente de exportação, e a indústria automóvel.
O conservador Friedrich Merz, que se tornará oficialmente chanceler a 6 de maio, tenciona enviar a mensagem de que a Europa "é uma entidade política capaz de agir e pronta a fazê-lo e defende os seus interesses e valores com confiança", quando se deslocar a Washington para a sua primeira visita oficial, cuja data ainda não foi fixada.
"Espero que seja celebrado um novo acordo de comércio livre transatlântico, com zero por cento de tarifas sobre tudo", sublinhou, lamentando que a Europa não tenha conseguido levar a bom porto o principal acordo de comércio livre transatlântico.
Para atenuar os diferendos comerciais, disse estar aberto à ideia de importar mais matérias-primas dos Estados Unidos, como solicitado por Trump, nomeadamente de gás.
A Alemanha libertou-se gradualmente da sua dependência do gás russo depois de a Rússia de Vladimir Putin ter invadido a Ucrânia em 2022, e desde então a maior economia da Europa sofreu duas recessões consecutivas, e está a caminhar para a estagnação este ano.
Em causa estão declarações do autarca sobre a etnia cigana numa assembleia municipal.
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