Três aviões da Ryanair obrigados a aterrar devido a fissuras entre as asas e a fuselagem

Empresa verificou mil aeronaves até ao momento e descobriu falhas em 50 delas desde o dia 3 de outubro.

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Avião da Ryanair
Avião da Ryanair

Pelo menos três aviões Boieng 737 da Ryanair foram obrigados a aterrar devido a fissuras entre a asa e a fuselagem.

A irlandesa é a mais recente companhia aérea a ser afetada pelas falhas na forquilha de decapagem (em inglês "pickle fork"), uma estrutura que fortalece a ligação entre a asa e o 'corpo' do avião.



Em declarações ao Irish Times, a companhia aérea sublinhou que não esperava que este tipo de problemas fosse ter "algum impacto sobre nossas as operações ou disponibilidade de frota". 

A representante da Ryanair disse ainda esta semana que todos os aviões com mais de trinta mil ciclos de voo - um ciclo corresponde a uma descolagem e uma aterragem - estariam a ser inspecionados.

A publicação The Guardian teve acesso à cópia dos registos de engenharia internos da Ryanair que revela que os três aviões tiveram "fissuras na forquilha". A empresa não informou, no entanto, quantos ciclos de vôo foram completados pelas aeronaves. 

A representante da Ryanair disse ainda esta semana que todos os aviões com mais de trinta mil ciclos de voo - um ciclo corresponde a uma descolagem e uma aterragem - estariam a ser inspecionados.

A representante da Ryanair disse ainda esta semana que todos os aviões com mais de trinta mil ciclos de voo - um ciclo corresponde a uma descolagem e uma aterragem - estariam a ser inspecionados.



Na passada semana a companhia australiana Qantas também detetou problemas na estrutura de três Boeing 737.

As fissuras, detetadas pela Qantas durante uma revisão técnica a cerca de três dezenas de aviões do mesmo modelo, encontram-se na união entre a fuselagem e a asa e obrigam a uma reparação complexa.

Atualmente existem mais de 7000 aviões 737 em serviço. A Boeing verificou mil aeronaves até ao momento e descobriu falhas em 50 delas, incluindo nove na Coreia do Sul, três pertencentes à Southwest Airlines nos EUA e 11 da companhia aérea brasileira Gol. 





As fissuras, detetadas pela Qantas durante uma revisão técnica a cerca de três dezenas de aviões do mesmo modelo, encontram-se na união entre a fuselagem e a asa e obrigam a uma reparação complexa.
Atualmente existem mais de 7000 aviões 737 em serviço. A Boeing verificou mil aeronaves até ao momento e descobriu falhas em 50 delas, incluindo nove na Coreia do Sul, três pertencentes à Southwest Airlines nos EUA e 11 da companhia aérea brasileira Gol. 

As fissuras, detetadas pela Qantas durante uma revisão técnica a cerca de três dezenas de aviões do mesmo modelo, encontram-se na união entre a fuselagem e a asa e obrigam a uma reparação complexa.

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