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Dirigentes e as claques são os principais responsáveis pela violência no desporto-rei. Esta foi a conclusão do I Seminário organizado pela emissora e que conta com o apoio de várias figuras públicas das mais diversas áreas
São Paulo – Vários presidentes de clube, árbitros, adeptos anónimos, representantes de claques, polícias e outras pessoas que, directa e indirectamente, estão ligadas ao futebol, representando 14 dos 27 estados do Brasil, chegaram à conclusão que os dirigentes e a falange de apoio das equipas são os principais responsáveis pela violência no futebol brasileiro. Esta foi a conclusão a que se chegou no primeiro seminário organizado pela TV Globo, inserido na campanha que está a lançar para promover a paz no futebol.
Como exemplos de violência recordem-se os incidentes registados nas bancadas aquando do jogo entre o Vasco da Gama e o São Caetano na final da Copa João Havelange. E, esta semana, Ronaldo, o jogador do Inter de Milão – a recuperar da intervenção cirúrgica a que foi sujeito ao joelho – foi assaltado na rua.
A maior violência é praticada pelas claques organizadas que se comportam, em alguns casos, como verdadeiras organizações criminosas. Os dirigentes são outros dos grandes responsáveis pela violência nos estádios. Dependendo dos seus interesses no momento são os próprios que, por vezes, estimulam actos que acabam por se transformar em acções de vandalismo e selvajaria.
Além destes seminários, que se irão alargar a outras cidades do Brasil, a TV Globo conseguiu, com esta iniciativa, a adesão de inúmeras figuras públicas, não só do futebol como de outros desportos e de outras áreas, da elas música ao teatro, passando pelas telenovelas. Dentro de dias, a estação irá passar os anúncios em que essas personalidades apelam aos seus admiradores para evitarem a violência.
Com esta campanha a TV Globo pretende sensibilizar, e de alguma forma pressionar, as autoridades – principalmente o Governo e os deputados, em Brasília – para aprovarem leis mais pesadas para punir actos de violência cometidos nos estádios que, hoje em dia, são classificados como meros incidentes, mesmo quando ocorrem ferimentos graves ou mortes.
Este foi o primeiro de cinco seminários que a maior televisão do Brasil – e uma das três maiores do Mundo – tem previsto para as próximas semanas.
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