«Afirmar nova cultura de compromisso»: presidente da Liga fala da centralização de direitos e estádios mais seguros

Reinaldo Teixeira, presidente da Liga Portugal
• Foto: Pedro Ferreira

Reinaldo Teixeira, presidente da Liga Portugal, reforçou esta terça-feira a aposta na centralização dos direitos de transmissão televisiva, apelando a “uma nova cultura de compromisso”. O dirigente falava na 3.ª Conferência Bola Branca, da Rádio Renascença, já depois do “amigo” Pedro Proença ter usado da palavra, aproveitando, por outro lado, para defender estádios mais seguros.

“Temos uma aposta clara no reforço do audiovisual, com transmissões inovadoras, narrativas mais envolventes e tecnologias que aproximem o jogo dos adeptos, em Portugal e além-fronteiras”, atirou, sublinhando: “Neste contexto, o processo da centralização dos direitos audiovisuais é uma das frentes em que estamos a trabalhar, em ativação com os operadores e as sociedades desportivas no sentido de assegurar um modelo coeso e também transparente.”

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Reinaldo Teixeira continuou: “Mais do que um ponto isolado, este processo integra um conjunto mais vasto de desafios estratégicos que visam garantir maior descentralização, competitividade e equilíbrio no futebol profissional. O sucesso desta transformação só será possível com estabilidade, visão e capacidade de execução. É um verdadeiro espírito de compromisso entre a Liga, clubes, parceiros e demais entidades do ecossistema. É o momento de afirmar uma nova cultura de compromisso.”

Mais tarde, e depois de ter ouvido a , lembrou: “Há um decreto-lei e compete-nos cumprir o que ele diz, com diálogo, entendimento e tentar encontrar pontes nas discordâncias, com bom-senso. O Governo quis assim e a nossa função é fazer com que ele seja cumprido.”

Eleito há mais de um mês, Reinaldo Teixeira sublinhou que assumiu funções com o propósito de “ser presidente de todas as sociedades desportivas, com imparcialidade, transparência e valores”. “Acabámos de concluir uma das épocas mais competitivas de que há memória, com as decisões relativas ao título, às competições europeias e às despromoções a serem adiadas para a última jornada, sinal inequívoco da intensidade e do equilíbrio que se vive futebol profissional em Portugal.”

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Preconizando “um futebol mais atrativo”, sublinhou: “Acreditamos que o futebol é muito mais do que os 90 minutos. É uma experiência total. Por isso, trabalhamos diariamente para que cada jogo proporcione sensações únicas com melhoria dos estádios, mais acessíveis, mais seguros e mais preparados para envolver as famílias e adeptos de todas as idades.”

Por Nuno Martins
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