Como Luís Godinho chegou a árbitro internacional

Conheça as regras que ditam a atribuição das insígnias da FIFA

• Foto: Amândia Queirós

Uma das críticas que o FC Porto faz ao Conselho de Arbitragem é a criação de árbitros internacionais proveta, referindo em concreto o caso de Luís Godinho, o mais recente juiz português com as insígnias da FIFA.

Ora as regras para a obtenção de tal estatuto estão bem claras no Regulamento de Arbitragem. Para chegar a internacional, um árbitro deve ser proposto pelo Conselho de Arbitragem à Direção da Federação, sendo obrigado a cumprir dois critérios: ter entre 25 e 36 anos a 30 de junho do ano civil em que é proposto e conhecimento de inglês.

Olhando para a classificação dos árbitros da época passada, percebemos que Luís Godinho foi o mais bem classificado que cumpria esses requisitos, sobretudo da idade. O juiz de Évora tem 31 anos e terminou no 12.º lugar; à sua frente ficaram apenas internacionais (Artur Soares Dias, João Capela, Tiago Martins, João Pinheiro, Fábio Veríssimo e Hugo Miguel) e árbitros com mais de 36 anos (Nuno Almeida, Jorge Ferreira, Manuel Mota, Manuel Oliveira e Rui Costa).

Com uma vaga de árbitro internacional por preencher, devido à despromoção de Sérgio Piscarreta à segunda categoria, a escolha de Luís Godinho acabou por ser natural e seguiu todas as regras do Conselho de Arbitragem. 

Por Sérgio Krithinas
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