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Garantia deixada por Pedro Proença, presidente do organismo, que aborda ainda o futuro da arbitragem portuguesa
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O novo ano poderá trazer mais mudanças e evoluções tecnológicas ao futebol português, nomeadamente no setor da arbitragem, que poderá passar a contar com o sistema semi-automático de deteção de foras-de-jogo.
"A arbitragem portuguesa continuará a acompanhar, e sempre que possível a liderar, a evolução tecnológica (como aconteceu recentemente com a introdução das Refcam) que se regista na arbitragem mundial, em busca de cada vez maior verdade desportiva. O novo sistema SAOT (Semi-Automated Offside Technology) é uma dessas evoluções e a Direção da FPF está disponível para estudar a sua implementação em 2026", aponta Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), num extenso artigo de opinião que pode ler aqui.
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Este novo sistema, refira-se, já está a ser utilizado em provas como Liga dos Campeões, Premier League ou LaLiga, auxiliando os árbitros a decidir se um jogador está em fora-de-jogo de forma mais rápida e precisa, utilizando câmaras e software inteligente.
Plano Nacional apresentado este mês
No mesmo artigo, Proença anuncia que o Plano Nacional de Arbitragem será apresentado ainda este mês e representa uma "visão mais abrangente para o desenvolvimento da arbitragem portuguesa". "Irá mudar o setor", garante o presidente da FPF, apontando ainda à criação de uma entidade externa para a arbitragem. "Passo que, embora dependente de uma mudança no Regime Jurídico das Federações, é inevitável. 2026 marcará o início da discussão do tema, envolvendo (desta vez de forma efetiva) FPF, APAF e Liga Portugal", frisa o dirigente.
Críticas ao anterior CA
Ainda no tópico do PNA, Proença criticou a antiga direção do Conselho de Arbitragem (CA), presidida por José Fontelas Gomes, atual 'vice' da FPF com as pastas do futsal e futebol de praia. "O modelo herdado pelo atual CA, os anos de estagnação com brutais reflexos na formação dos árbitros e o ‘congelamento’ da profissionalização de um setor impedido, pelo atrás enunciado, de acompanhar a evolução do futebol obriga a uma revolução profunda, com inevitáveis ‘dores de crescimento’", descreve, sublinhando, em seguida. o trabalho desenvolvido pelo novo CA, presidido por Luciano Gonçalves: "A criação de uma carreira independente de VAR, o nascimento do cargo de Diretor Nacional de Arbitragem, a publicitação das avaliações de árbitros e VAR são passos dados com firmeza por este novo CA, liderado por Luciano Gonçalves, e os resultados farão sentir-se, estou convicto, muito em breve. Apelamos, naturalmente, à compreensão e colaboração de todos: alterações tão profundas exigem tempo e tranquilidade."
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