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Record teve acesso às alegações da defesa de Pinto da Costa, onde se releva que não subsistem no processo "indícios de nexo de causalidade (...)...
No próximo dia 4 de julho completam-se 6 anos desde que o Conselho de Justiça da FPF condenou Jorge Nuno Pinto da Costa e os árbitros Jacinto Paixão, José Chilrito e Manuel Quadrado por corrupção (no caso do presidente portista por tentativa), confirmando uma decisão, tomada poucos meses antes, pela Comissão Disciplinar da Liga.
Pinto da Costa foi condenado pela prática de uma infração disciplinar muito grave de corrupção na forma de tentativa, tendo sido suspenso das suas funções de dirigente por 14 meses e sofrido uma multa de 4 mil euros. Quanto aos árbitros, foi suspenso por 4 anos enquanto os seus assistentes foram suspensos por 2 anos e 6 meses.
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O caso é agora reaberto pelo CJ da FPF - que o envia para reapreciação para o Conselho de Disciplina da FPF - porque em janeiro do ano que está a correr o Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa declarou inexistente o acórdão resultante de uma turbulenta reunião do Conselho de Justiça da FPF que determinou as penas, num processo que chegou a pôr em risco a presença do FC Porto na Liga dos Campeões e decidido, in extremis, pelo TAS.
Record teve acesso às alegações da defesa de Pinto da Costa, onde se releva que não subsistem no processo "indícios de nexo de causalidade (...) que a vontade de obter serviços sexuais gratuitos tenha sido favorecida pela ação de terceiros", tanto mais que o intermediário (Luís Lameira) "nada tinha a ver com a estrutura do clube". Servindo-se ainda a defesa de um poema de António Aleixo para reforçar a clareza dos seus argumentos:
"Tu que queres ser alguém
Pelo que julgas valer,
Não perdoas que ninguém
Seja o que queres ser.
Nem sempre temos razão
Nos defeitos que apontamos;
Nem todas as coisa são
Como nós as encaramos."
Jacinto Paixão, pelo seu lado, assentou a sua defesa na ilegalidade da utilização de escutas telefónicas num processo do âmbito desportivo, alegando ainda que sempre pensou que teria de pagar o serviço da prostituta que usou após um jogo entre o FC Porto e o Estrela da Amadora, relativo à época de 2003/2004.
Como não lhe foi pedido dinheiro no final, pensou tratar-se de um favor do amigo Luís Lameira.
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