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Documento apresentado à direção da FPF
A Liga convocou uma reunião de emergência para segunda-feira com os clubes da Comissão de Acompanhamento sobre mudanças na arbitragem, de modo a analisar a proposta de gestão da arbitragem apresentada pelo Conselho de Arbitragem (CA) à direção da Federação Portuguesa de Futebol.
O projeto levado à Direção da FPF e da responsabilidade do atual CA, correspondendo ao desafio lançado pela FPF a 6 de junho de 2023, foi apresentado quinta-feira.
Record sabe que a Liga, cujo presidente tem assento por inerência na direção da FPF, ficou surpreendida com apresentação dessa proposta final, que já está em fase de discussão, sem que tivesse conhecimento.
Em junho, foi criado um grupo de trabalho liderado por José Fontelas Gomes, presidente do CA, e composto por representantes indicados pela Liga Portugal e pela Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF), os quais tiveram oportunidade de dar os seus contributos.
Após diversas reuniões, o CA decidiu avançar com a proposta que levou quinta-feira à direção da FPF, na qual propõe-se criar uma entidade externa, com personalidade jurídica própria, dotada de autonomia financeira, administrativa e técnica, a exemplo do que acontece em Inglaterra e na Alemanha. A proposta implica a necessidade de alterar o atual quadro legal.
A empresa terá uma gestão tripartida. APAF e Liga serão convidados a integrar a administração indicando um elemento cada. Por imperativos regulamentares da FIFA e da UEFA a FPF terá maiores responsabilidades no modelo de governação.
A gestão da sociedade caberá a um diretor geral, contratado, a quem competirá, entre outras coisas, definir o quadro de árbitros e vídeo-árbitros, estabelecer parâmetros de treino e formação, fazer as nomeações, - elaborar e submeter à administração normas de gestão financeira e administrativa e fazer o orçamento. A relação com os árbitros será clara. Os árbitros serão prestadores de serviços e receberão um valor fixo mensal.
A empresa de arbitragem terá uma fase de transição, durante a qual utilizará um espaço próprio e autónomo na Cidade do Futebol, estimando-se que ao fim de três épocas possa subsistir com receitas próprias.
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