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Académica ainda não enviou os relatórios de gestão
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A Associação Académica de Coimbra - Organismo Autónomo de Futebol (AAC/OAF) ainda não enviou os relatórios de gestão do estádio, após estes terem sido pedidos há seis meses por parte da Câmara Municipal.
A Câmara Municipal de Coimbra (CMC) tinha pedido, no início de março, os últimos relatórios de gestão do Estádio Cidade de Coimbra, equipamento municipal explorado pela AAC/OAF, clube de futebol que milita na Liga 3.
Questionado pela agência Lusa sobre a receção desses mesmos documentos, a Câmara de Coimbra disse que continua a "aguardar resposta" por parte do organismo autónomo.
A Câmara pediu, em março, o relatório de gestão que à data estava em vigor (um documento previsto no acordo de utilização do Estádio Cidade de Coimbra).
"Não tendo obtido resposta e apesar da denúncia do acordo, a autarquia voltou, no corrente mês, a solicitar os referidos relatórios", continuando sem resposta, disse à Lusa fonte oficial do município, em resposta escrita.
A Câmara de Coimbra entende "que estes relatórios são importantes para permitir avaliar a gestão dos últimos anos e também para ajudar a preparar um novo acordo de utilização do Estádio Cidade de Coimbra".
Em 19 de junho, o executivo da Câmara de Coimbra deliberou a denúncia formal do presente acordo, a fim de se avançar com uma renegociação do mesmo.
De acordo com o documento de utilização entre as duas partes que foi denunciado em junho, a obstrução "à fiscalização da boa execução do contrato" é vista como uma violação grave, que poderá levar a resolução do direito de utilização do estádio e até à possibilidade de uma indemnização.
Em março, a Câmara de Coimbra, liderada pela coligação Juntos Somos Coimbra (PSD, CDS-PP, Nós,Cidadãos!, PPM, Aliança, RIR e Volt), já mostrava vontade de reavaliar o acordo, com quase 20 anos.
Ainda no mesmo mês, o vereador com a pasta do desporto, Carlos Lopes, afirmou, em reunião do executivo, que, "nos últimos anos, ninguém se preocupou" em fazer a fiscalização da execução do acordo.
O contrato, assinado pelo então presidente da Câmara de Coimbra, Carlos Encarnação (PSD), foi renovado em 2014 e em 2019 (já com o executivo liderado por Manuel Machado, do PS).
O Estádio Cidade de Coimbra, construído aquando da realização do Euro 2004, custou cerca de 50 milhões de euros ao município.
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