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Segundo o relatório do 'Sports for People and Planet', elaborado pelo Fórum Económico Mundial
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O desporto continua a ser um dos motores do crescimento económico e, segundo o relatório apresentado pelo ‘Sports for People and Planet’, elaborado pelo Forúm Económico Mundial, prevê-se que deverá crescer 10% nos próximos anos e que em 2030, as receitas anuais cheguem, aproximadamente, aos 3.19 biliões de euros ao passo que em, 2050, possam atingir mesmo os 7.58.
Atualmente, com valores a rondar os 1.9 biliões, o crescimento do setor deve-se especialmente a quatro pilares: turismo desportivo, consolidação do desporto como classe de ativos, o desporto feminino e o desenvolvimento em mercados emergentes.
O primeiro ponto representa 60% do aumento total das receitas até 2030, sendo que, em 2025, os custos das despesas das viagens mundiais rondaram os 10%, uma tendência que se deverá manter, sendo um dos exemplos a Maratona de Nova Iorque, que atraiu mais de 17 000 atletas de 137 países.
De seguida, a consolidação do desporto como classe de ativos global, que foi impulsionada pelo potencial de valorização de ativos, por novos modelos e leis financeiras, mas também pela ligação entre o desporto, os meios de comunicação, entretenimento e tecnologia.
Já o desporto feminino, que tem tido um crescimento notório nos últimos anos, poderá mesmo atingir os 2.02 mil milhões de euros, em 2025, o que significaria o triplo do valor registado em 2022. Para tal, muito se deve ao futebol e ao basquetebol, que contribuem para 80% dessa receita.
Por fim, os mercados emergentes, como a América Latina, a África e o Médio Oriente, registaram as maiores taxas de crescimento no mercado de artigos desportivos, prevendo-se aumentos anuais de dois dígitos na próxima década. A Índia espera investir 111 mil milhões de euros até 2030, enquanto a China, tem apostado tudo, para chegar aos 825 mil milhões.
Contudo, existem também fatores que contribuem para a redução dos números das receitas do Desporto mundial, como o sedentarismo – 80% dos jovens não atingem os níveis recomendados de atividade física - e os crescentes riscos climáticos e ambientais, que poderia reduzir até 14% as receitas anuais do setor – significaria um total de 445 mil milhões de euros até 2030.
Este último ponto explica-se pelos fenómenos climáticos extremos e a poluição, que já estão a afetar o calendário das competições e a reduzir a atratividade para os espectadores. A falta de tempo, as limitações económicas, as instalações inadequadas e as condições climáticas adversas continuam a ser os principais obstáculos, sendo que as mulheres representam apenas 37% dos praticantes desportivos na União Europeia, 40% nos Estados Unidos e 45% no Canadá.
Juntando a isso, existe ainda as receitas através da transmissão e de patrocínios, que estão, maioritariamente, ligadas a atividades ao ar livre. Por exemplo, no Reino Unido, as más condições meteorológicas, obrigam à perda de uma receita no valor de, aproximadamente, 368 milhões de euros por ano.
Como tal, a consultora estratégica Oliver Wyman e o Fórum Económico Mundial, propuseram três soluções para transformar estes riscos em oportunidades de crescimento: liderar a gestão de recursos para reforçar a resiliência empresarial, com o desenvolvimento de uma gestão integrada da água; colocar o desporto como foco central das cidades para um planeamento urbano sustentável, aproveitando para valorizar os espaços verdes; e mobilizar investimentos através de parcerias.
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