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Alegado hacker responde por 90 crimes e mantém que o propósito destes foi a “denúncia pública”
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Rui Pinto surge esta sexta-feira no Campus da Justiça, em Lisboa, num caso ímpar para os tribunais em Portugal e que segundo a ministra Francisca Van Dunem "obriga a refletir". Denunciante ou pirata informático? O estudante de História, de 31 anos, conhecido à escala mundial como o criador do Football Leaks, chegou a ser acusado de 147 crimes pelo Ministério Público mas a juíza de instrução Cláudia Pina apenas confirmou formalmente 90: 68 de acesso indevido, 14 de violação de correspondência, seis de acesso ilegítimo, um por sabotagem informática à SAD do Sporting e por um tentativa de extorsão ao fundo Doyen Sports. Chegará a tribunal numa operação de segurança apertada que começa na sua casa, um local desconhecido. Já o antigo advogado de Rui Pinto, Aníbal Pinto, será julgado por um crime de extorsão em co-autoria.
Hacker português diz que em causa está o facto de ter sido condenado no processo 'Football Leaks'
Coletivo de juízes justifica marcação dessa data com a "não exclusividade de membros do coletivo de juízes", que contam com outros processos de caráter mais urgente.
Advogada Luísa Teixeira da Mota reforçou a ideia de que o criador do Football Leaks está a responder por crimes pelos quais já foi julgado
Além de ter deixado 'cair' dois dos 241 crimes pelos quais o pirata informático é acusado
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Grupo viajava para França para assitir ao duelo da Liga Europa, frente ao Lyon