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Paços de Ferreira só tinha 40 por cento, pois também tinha cedido outros 20% a António Teixeira
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O Paços de Ferreira tinha apenas 40 por cento do passe de Diogo Jota. Em dois documentos revelados esta sexta-feira pelo Football Leaks, ficou a saber-se que a Gestifute era dona de 40 por cento do valor da transferência, enquanto a Pacheco & Teixeira, do empresário António Teixeira, tinha outros 20 por cento. Ambos os contratos foram assinados em dezembro de 2014.
No caso da empresa de Jorge Mendes, os 40 por cento que detinha foram adquiridos por apenas 35 mil euros. No contrato, rubricado a 31 de dezembro de 2014, pode ler-se que "o Paços de Ferreira cede à Gestifute, que adquire, 40% (quarenta por cento) dos Direitos Económicos relativos ao jogador". "Como contrapartida da cessão ora acordada a Gestifute obriga-se a pagar ao Paços de Ferreira a quantia de € 35.000,00 (trinta e cinco mil euros), acrescida de IVA à taxa legal aplicável", refere outra cláusula.
O acordo obrigava ainda o Paços de Ferreira a informar a empresa de Jorge Mendes de quaisquer propostas para a transferência futebolista. Se recusasse, então teria de pagar o equivalente a 40 por cento da oferta à Gestifute; se aceitasse, então o agente FIFA poderia apresentar proposta de outro clube. Caso esta última fosse melhor em, pelo menos, 5 por cento, então o Paços também teria de compensar a empresa nos mesmos termos.
No outro documento, a entrega de 20 por cento dos direitos económicos do craque ao empresário António Teixeira foi feita a 5 dezembro de 2014, como uma forma de pagamento de uma dívida de 30.790 euros à empresa Pacheco & Teixeira.
Entretanto, Diogo Jota foi transferido para o Atlético de Madrid, clube pelo qual assinou por cinco anos. Os valores da transferência não foram oficialmente divulgados, mas o presidente da SDUQ pacence, Rui Seabra, assumiu que se tratava de um "encaixe histórico" para o emblema da Mata Real.
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