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Jornal norte-americano fez extenso artigo onde inclui a simpatia do juiz Paulo Registo
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O ‘The New York Times’ noticia, através de um extenso artigo, as ligações do Benfica a várias figuras de elevada responsabilidade no nosso país. O jornal norte-americano foi à boleia do facto de a nomeação de um magistrado para julgar Rui Pinto ter gerado polémica em Portugal, descrito como uma nação onde "os juízes, procuradores e até o primeiro-ministro são do Benfica".
A origem do roubo de correspondência privada aos encarnados ainda está por provar mas o reputado diário contactou o advogado do ‘hacker’ – à espera de julgamento e a morar num apartamento da Polícia Judiciária desde 8 de abril –, que referiu não querer Paulo Registo à frente do caso. O juiz assumidamente benfiquista e que tinha vários comentários pejorativos contra o FC Porto nas redes sociais pediu entretanto escusa.
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"Claro que nós gostaríamos de ter alguém que não esteja ligado ao Benfica", diz Francisco Teixeira da Mota. Outro dos interlocutores contactados para explicar o processo foi Mário Figueiredo, presidente da Liga de Clubes entre janeiro de 2012 e junho de 2014.
"É preciso perceber a história de Portugal para entender a importância do futebol na nossa cultura, política e até no nosso quotidiano", vinca o ex-dirigente, deixando uma certeza: "Ser presidente é uma forma de proteção". Figueiredo recordou ainda ao diário o caso de corrupção em que o presidente portista Jorge Nuno Pinto da Costa era implicado e do qual foi absolvido há uma década.
J. Marques comenta
O diretor de comunicação do FC Porto, Francisco J. Marques, não perdeu tempo a comentar a publicação do referido jornal norte-americano. "Mais um título internacional. Eis como o benfiquistão é visto pelo melhor jornal do Mundo. Com tentáculos, claro", disparou, na sua conta do Twitter.
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