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Pirata informático reagiu na rede social 'X' ao desenrolar do processo 'Operação Líbero'
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Quique Pina, antigo presidente do Granada, e Gino Pozzo, proprietário dos ingleses do Watford, vão ter de ir a julgamento para responder por supostos crimes cometidos na transferência de futebolistas durante o período em que estiveram à frente do emblema andaluz. O Ministério Público espanhol pede mesmo 12 anos de prisão para ambos os dirigentes, sendo que Jordi Trilles, antigo membro do Conselho de Administração do Granada, e Raffaele de la Riva, representante da empresa luxemburguesa que fazia parte da rede utilizada para efetuar os movimentos de dinheiro com a compra e venda de jogadores, são também visados neste caso, denominado ‘Operação Líbero’. Estas notícias mereceram a reação por parte de Rui Pinto.
"Enquanto em Portugal as investigações judiciais aos clubes, e às estruturas opacas de agentes e intermediários se vão arrastando sem resultados práticos, o Ministério Público Espanhol pede 12 anos de prisão para os mentores do esquema investigado na Operação Líbero", escreveu o pirata informático na rede social ‘X’.
No que toca a este processo, um dos negócios investigados é mesmo a transferência de Brahimi para o FC Porto, em 2014, por mais de 6 milhões de euros. Além dos 12 anos de prisão para os dirigentes, o Ministério Público exige uma caução de quase 36 M€ e outra de pouco mais de 9 M€ ao Granada por responsabilidade subsidiária nos factos.
Enquanto em Portugal as investigações judiciais aos clubes, e às estruturas opacas de agentes e intermediários se vão arrastando sem resultados práticos, o Ministério Público Espanhol pede 12 anos de prisão para os mentores do esquema investigado na Operação Líbero. pic.twitter.com/EYE5mYxN3Q
Hacker português diz que em causa está o facto de ter sido condenado no processo 'Football Leaks'
Coletivo de juízes justifica marcação dessa data com a "não exclusividade de membros do coletivo de juízes", que contam com outros processos de caráter mais urgente.
Advogada Luísa Teixeira da Mota reforçou a ideia de que o criador do Football Leaks está a responder por crimes pelos quais já foi julgado
Além de ter deixado 'cair' dois dos 241 crimes pelos quais o pirata informático é acusado
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