Antiga selecionadora francesa obrigaria jogadoras a ter sexo com ela para as convocar

Mas há mais. O atual presidente do organismo, Noël le Graët, é acusado, tal como vários dirigentes, de encobrirem práticas de agressão ou assédio sexual contra jogadoras e funcionárias. 

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• Foto: Reuters

O jornalista Romain Molina publicou esta sexta-feira uma extensa investigação sobre a Federação Francesa de Futebol (FFF) intitulada "40 anos de silêncio", que coloca a nu vários escândalos no seio do organismo.

O caso mais badalado diz respeito a Élisabeth Loisel, selecionadora francesa durante 11 anos, entre 1996 e 2007. De acordo com aquela fonte, a treinadora, hoje com 59 anos e a trabalhar para a FIFA, forçaria algumas jogadoras a terem relações sexuais para que as convocasse para a principal formação gaulesa do país.

Gérard Prêcheur, diretor-técnico durante a estadia de Loisel na Federação, deixou o cargo depois de ter percebido que a treinadora escolheria mesmo as jogadoras pela orientação sexual. Apesar das denúncias, a FFF nunca abriu qualquer investigação interna.

Mas há mais. O atual presidente do organismo, Noël le Graët, é acusado, tal como vários dirigentes, de encobrirem práticas de agressão ou assédio sexual contra jogadoras e funcionárias. 

Desta vez é garantido que a atual ministra do Desporto de França, Amélie Oudéa-Castéra, exigiu, pouco depois de conhecer a investigação, a abertura de um inquérito interno às últimas décadas de ações levadas a cabo na FFF.

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