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Formação de Torres Vedras venceu o Valadares Gaia na final da Taça da Liga (1-0)
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O Torreense bateu o Valadares Gaia e juntou a Taça da Liga às conquistas da Taça de Portugal e da Supertaça, num ano de ouro para a formação de Gonçalo Nunes, que não está preocupado com a falta de espaço que possa haver no museu do clube.
"Teremos sempre espaço. Mas vamos continuar com os pés assentes na terra e a trabalhar diariamente porque queremos crescer de forma a estar mais vezes em momentos de decisão", afirmou o técnico, de 50 anos, elogiando o compromisso e união do grupo.
"Já não há palavras. Esta equipa tem uma capacidade única, de conquista, resiliência e entre ajuda. Mesmo não fazendo o jogo que queríamos fazer, não perdemos o foco, a organização e ambição, e num detalhe acabámos por marcar o golo que nos permitiu conquistar mais um troféu, num percurso imaculado. Chegámos aqui sem uma derrota", frisou.
Relativamente à partida admitiu que a superioridade numérica desde cedo, pela expulsão de Erin Seppi, pode ter afetado um pouco o rendimento das jogadoras. "Acaba por criar uma pressão extra e, em alguns momentos, as jogadoras foram precipitadas. Quiseram fazer as coisas demasiado rápido e isso tirou a clarividência naquilo que é o nosso jogo. Mas é uma final e o mais importante é termos tido esta capacidade de a conquistar", rematou, mostrando-se muito feliz num "sítio fantástico".
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