A crónica do Leixões-Vizela, 1-2: rainha alivia crise de identidade

Equilíbrio minhoto sagaz a impor a primeira derrota à equipa sensação da 2ª volta

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Vizela vence Leixões
Vizela vence Leixões • Foto: Ricardo Jr

Equilíbrio tático sem riscos e uma boa dose pragmatismo foi a receita que o candidato Vizela aviou em Matosinhos para aliviar a crise de ansiedade que atravessa perante a equipa sensação da 2ª volta. Os minhotos apresentaram-se no Estádio do Mar mediante um aperto de identidade por força do peso dos resultados que resultaram na saída do técnico Nuno Silva, pelo que a estratégia de Ronald Ramírez, técnico interino responsável por fazer mais uma ponte no vazio de liderança, foi simples: Vestir a rainha com uma postura de expectativa emocional, mas recheada de objetividade.

Ideia de equilíbrio coerente a suster a esperada iniciativa de um Leixões com amplitude, mas escasso discernimento no último terço, pelo que o primeiro tempo foi demasiado mastigado para criar incómodo a qualquer dos guarda-redes.

A toada não mudou após o descanso, até o melhor lance de envolvimento vizelense providenciar tempo e espaço a Mörschel para abrir o marcador com categoria.

Abalo anímico a reforçar a postura desenfreada e sem nexo dos leixonenses que Busnic também foi sagaz a explorar pouco depois para conferir ao resultado uma inesperada margem de conforto.

Desnível incompatível com o exercício de funções que o Leixões nunca deixou de assumir, mas o futebol é pródigo em injustiças, além de que a revolução que o técnico Carlos Fangueiro entretanto operou no discernimento da sua equipa já só teve tempo para diluir os estragos.

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