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O ambiente entre adeptos do Paços de Ferreira e do Freamunde, do mesmo concelho, está muito tenso, depois dos confrontos do último fim-de-semana envolvendo elementos das respectivas claques, mas os seus responsáveis acreditam numa solução pacífica.
Em declarações à Lusa, Pedro Costa, um dos líderes dos "Yellow Boys" (Paços de Ferreira), defendeu um "clima de paz", mostrou-se "receptivo" a um entendimento que permita colocar os "pontos nos is" e repudiou "quaisquer tentativas" de retaliação, mas não escondeu "algum receio" em se deslocar actualmente a Freamunde, onde tem clientes e negócios.
O mesmo acontece com Pedro Andrade, líder da "Brigata Azzuri" (SC Freamunde), relativamente a Paços de Ferreira, apesar de essas ocorrências, como fez questão de dizer, terem ultrapassado as fronteiras do futebol e das claques.
"Detesto confusões, e a opinião generalizada dos cerca de 100 elementos da claque, cuja participação nesses conflitos se limitou somente a alguns elementos, vai no sentido de resolvermos tudo a bem e de estas coisas pararem, assim parem também as provocações", disse.
O momento crítico desses confrontos aconteceu ao início da madrugada de sábado, em pleno Estádio da Mata Real, com a "carga" dos freamundenses, entre os quais vários membros da claque "Brigata Azzuri", sobre os carros de elementos pacenses, incluindo da claque "Yellow Boys", que aí se encontravam.
Algumas testemunhas denunciam a utilização de paus, bastões, pedras e a intimidação através de armas, sendo certo que houve danos em seis ou sete viaturas (vidros partidos e chapa amolgada), num prejuízo de vários milhares de euros, mas nenhuma queixa foi apresentada nas autoridades até ao momento.
Foi o último acto de uma noite de violência que começou no centro comercial "Ferrara Plaza", depois de duas jovens pacenses alegadamente vítimas de agressão terem ripostado sobre uma pretensa agressora freamundense, em sequência das "picardias" ocorridas durante o "reencontro" dos clubes rivais, dias antes, em Freamunde, em jogo da Liga Intercalar.
Nos últimos dia os incidentes não se repetiram, mas o clima de tensão e o receio de represálias "disparou" de parte a parte, ao ponto de alguns órgãos de comunicação social locais estarem a promover uma espécie de "cimeira de paz" entre os líderes das duas claques, amigos pessoais e ambos ausentes nos acontecimentos.
À Lusa, o líder da claque freamundense fez depender, no entanto, a "assinatura" de um "pacto" de não agressão da "devolução" pelos "Yellow Boys" de uma faixa da "Brigata", desaparecida do estádio freamundense no ano passado, algo que o seu homólogo pacense diz "desconhecer por completo".
Essa é mais uma das divergências que potenciam um clima de rivalidade e ódio entre elementos dos dois clubes, a que se seguiu um novo "episódio", há cerca de um mês, com a agressão a um outro líder dos "Yellow Boys" no final de um jogo de juniores entre as duas equipas disputado em Freamunde.
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