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Um triunfo inesperadamente tranquilo selou a despedida de José Mota da Mata Real, no que foi também uma vitória pessoal de Jurandir. O avançado brasileiro entrou aos 65 minutos, quando o Paços de Ferreira já ganhava 1-0, mas teve tempo para marcar dois golos e "matar" o jogo.
O facto é que Jurandir estreou-se ontem na SuperLiga após uma época inteira a recuperar de uma grave lesão. O brasileiro bateu forte com a mão direita no peito quando festejava o segundo golo, soltando toda a alegria que lhe ia na alma e não escondendo também alguma revolta pelo azar que teve...
Nesse lance do terceiro golo pacense, Jorge Silva teve igualmente azar, sofrendo uma lesão que o obrigou a seguir para o Hospital de Penafiel para ser observado. Carlos Alberto Silva preparava a entrada do jovem avançado Fonseca, a derradeira aposta para tentar mudar o rumo dos acontecimentos, mas foi Fernando, o guarda-redes suplente, que entrou em campo. Tucho ainda diminuiu a diferença num grande livre, mas o mal já estava feito. De tal forma que a entrada de Leandro para a segunda parte resultou numa autêntica nulidade. O avançado brasileiro que já foi "craque" do Sporting, fez... nada. E ainda foi expulso por agredir Paulo Sousa, numa atitude que tem tanto de ingénua como de estúpida. Leandro parece que queria entrar de férias mais cedo, ele que não fez outra coisa desde que chegou aos Açores devido à recuperação a uma lesão num joelho...
Ingenuidade é também a palavra que define a exibição deste ainda e mais aflito Santa Clara. Num jogo em que podiam fugir aos lugares perigosos, os açorianos adiaram tudo para a derradeira ronda, mas a verdade é que nada fizeram para, pelo menos, conseguir um "pontinho" que fosse na Mata Real...
Um livre perigoso de Figueiredo (34") foi o "sumo" que deu a primeira parte, enquanto o Paços passava o tempo a desperdiçar golos, com Leonardo a enviar duas bolas aos postes da baliza de Jorge Silva. A determinada entrada do Santa Clara para a segunda parte até deixou antever mais alguma coisa, mas chegaram os incríveis erros defensivos que deram de bandeja os golos aos pacenses. Paulo Sousa marcou o primeiro, numa oferta de Pedro Henriques, que tentava cortar o cruzamento de Serginho e fez a "assistência" para o seu adversário. Jurandir marcou o segundo, a passe de Serginho, em jogada que começa numa bola perdida por Luís Vouzela à entrada da área com intervenção de Paulo Sousa. Jurandir voltou a marcar, antecipando-se aos centrais, depois de Luís Soares ter aberto o corredor para outro cruzamento vitorioso de Serginho. E para mal dos pecados açorianos, Jorge Silva esteve mais de dez minutos a ser assistido, mas mesmo assim teve de sair.
Por isso não foram exagerados os 13 minutos de descontos concedidos por Bruno Paixão, mas o árbitro de Setúbal não se livrou de uma má exibição: transformou um "penalty" de George sobre Zé Nando com uma falta ao contrário e cartão amarelo para o pacense (36"); Serginho ainda viu outro, após sofrer uma clara falta de Figueiredo (59").
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