Armando Evangelista: «Foi um jogo ingrato»

Técnico duriense aponta as bolas paradas como o pecado capital da sua equipa na derrota em Arouca (2-0)

• Foto: Hugo Monteiro

O Penafiel somou a segunda derrota consecutiva, esta tarde, em Arouca, por duas bolas a zero, dois golos sofridos de bola parada. Foi esse aspeto que Armando Evangelista apontou como fulcral para o desaire averbado.

"Foi um jogo ingrato, penso que o Penafiel domina em grande parte dos momentos do jogo, menos nas bolas paradas. Em dois lances de bola parada, o Arouca chega ao golo, mas, mesmo depois dos golos do adversário, conseguimos encostar o adversário à sua baliza. O futebol é isto mesmo. Não adianta ter domínio na posse de bola e na organização ofensiva quando num dos aspetos o adversário é melhor", considerou o treinador penafidelense.

Em desvantagem, Evangelista reitera que a equipa continuou a dar tudo: "Quando temos dois golos de desvantagem, é lógico que em termos emocionais, os jogadores querem fazer tudo mais rápido e por vezes o racional fica de parte. O Arouca soube-se defender e acaba por ser o resumo do jogo. É verdade que há ali uma, duas bolas que, com alguma felicidade, podíamos reentrar no jogo. Saio triste porque a minha equipa tudo fez para sair com outro resultado."

A segunda volta começa como começou a primeira, com uma derrota. "Nós propusemo-nos nesta segunda volta a fazer melhor do que aquilo que fizemos na primeira volta. Se na primeira volta não conseguimos ganhar a este adversário, o objetivo hoje era sair daqui com pontos, se possível, os três. O que se pretende nesta segunda volta é fazermos melhor. Se terminámos a primeira com 26 pontos, agora queremos fazer mais e eu acredito que esta equipa vai conseguir", concluiu o técnico, na conferência de imprensa pós-jogo.

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