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Clube agradece à FPF e a Pedro Proença por toda a solidariedade demonstrada neste momento
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A União de Leiria está a preparar a 22.ª jornada da 2.ª Liga na Cidade do Futebol, em Oeiras, no distrito de Lisboa, na sequência da destruição provocada pela depressão Kristin nas infraestruturas onde a equipa treinava.
Os leirienses deviam receber o FC Porto B no Estádio Municipal Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria, mas a tempestade danificou profundamente não só o campo de jogos, como o complexo onde a equipa treina.
Assim, o encontro da 22.ª jornada, agendado para domingo, será realizado no Estoril, enquanto a preparação do plantel orientado por Fábio Pereira decorre na sexta-feira e no sábado nos relvados da Cidade do Futebol, cedidos pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF).
Hoje, a União de Leiria lançou um comunicado em que agradece à direção da FPF, "em especial ao seu presidente Pedro Proença", o espírito de solidariedade demonstrado, "num momento de enormes dificuldades provocadas pelo mau tempo", destacando "o seu compromisso de apoio a todos os clubes, com especial destaque para os clubes do futebol profissional".
A SAD leiriense relembra que neste "momento extremamente delicado para a União de Leiria", que está privada das suas instalações, "este novo gesto de solidariedade por parte da Federação Portuguesa de Futebol", que já acontecera no início da intempérie, recordam os responsáveis, "assume particular relevância e merece palavras de profundo agradecimento".
A União de Leiria está em nono lugar na 2.ª Liga, com 28 pontos conquistados em 20 jogos.
Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
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