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Técnico da UD Oliveirense realça importância da paragem para recuperar os jogadores
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Depois de ter colocado um ponto final na série de três derrotas consecutivas com o empate na receção ao AVS SAD, a UD Oliveirense procura agora regressar às vitórias, na visita ao P. Ferreira, algo que foge à formação de Ricardo Chéu há nove jornadas. Em declarações aos meios do clube, o técnico voltou a reforçar o sabor amargo provocado pela igualdade contra o candidato à subida.
"Soube a pouco em função daquilo que produzimos. Acho que fomos uma equipa muito competente, uma equipa muito competitiva, uma equipa que esteve sempre a lutar contra um sério candidato à subida e que deu uma imagem muito positiva. Naturalmente, temos que estar animados em função daquilo que produzimos, mas claro que fica uma desilusão muito grande em função do resultado, porque achávamos que merecíamos mais. Fica essa frustração porque poderíamos estar melhor na classificação, porque podíamos. ter mais pontos. O futebol é isto, é feito de momentos e acreditamos claramente que os três pontos estão para chegar", disse o treinador, frisando o impacto positivo no plantel da paragem para as seleções.
"Foi uma paragem produtiva, uma vez que deu para afinar muitas coisas que queremos melhorar, bem como consolidar o processo defensivo e ofensivo, mas acima de para dar condição a alguns jogadores que vinham de longas paragens. Alguns já foram opção nos últimos jogos, ou estiveram no banco no último jogo, e estão agora numa condição física melhor para a próxima batalha que vamos ter. Isso tornou o plantel mais forte e mais competitivo internamente, nota-se nos treinos, durante a semana, porque a qualidade é completamente diferente. Estamos preparados para estes últimos jogos que aí vêm agora", referiu Ricardo Cheú.
Na ótica do técnico da formação de Oliveira de Azeméis, as lesões que têm assolado o plantel têm sido um obstáculo difícil de ultrapassar. "Nós treinamos sempre no limite, apesar das muitas condicionantes que fomos tendo ao longo do tempo. Sabemos que tivemos muitos jogadores que foram para jogo sem estar na melhor condição física, em função de longas paragens e de lesões constantes. Neste momento, queremos consolidar esse processo físico juntamente com aquilo que é o processo tático, com a nossa ideia de jogo e fomentar aquilo em que nós somos muito fortes", frisou.
Sobre o P. Ferreira, Ricardo Chéu afirma tratar-se de "um adversário que dispensa apresentações, que foi primodivisionário por muitos anos", antes de acrescentar: "Temos essa motivação também de poder jogar num grande palco do futebol português. Temos que levar essa união para dentro de campo, sermos competitivos e competentes na hora de atacar e defender, contra um adversário que tem muita qualidade e que nos vai testar ao limite. Temos que estar nos limites para poder vencer este P. Ferreira."
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