Nuno Silva e a chuva: «Se não for a tocar violino, será a tocar bombo»

Treinador do Vizela não tem dúvidas de que a "competitvidade" estará no plantel independentemente do clima adverso

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Nuno Silva, treinador do Vizela
Nuno Silva, treinador do Vizela • Foto: Vizela

O Vizela entra em campo, pelas 20h30 deste sábado, para defrontar o Portimonense em jogo a contar para a 20ª jornada da Liga Meu Super. Um encontro que o técnico Nuno Silva quer utilizar para devolver a equipa minhota às vitórias, depois do desaire na visita ao FC Porto B. 

Que tipo de Vizela podemos esperar? "Um Vizela competitivo, não se aceita mais nada. Não houve aqui nenhum jogo em que não entrássemos competitivos no jogo. Esperamos um Portimonense aguerrido, com uma defesa a cinco e muitos homens atrás da linha da bola."

Tem dores de cabeça para a convocatória? "As minhas dores de cabeça é ter toda a gente disponível, é um cenário muito diferente do que apanhei no início. Ainda há pouco estava a falar com o doutor e ele disse-me que a folha clínica limpa só tinha deste o primeiro treino da época. São dores de cabeça saudáveis para fazer uma convocatória de 20, porque é complicado. A única ausência é mesmo o Busnic, que viu o 9º amarelo. O resto está tudo pronto."

Há alguma dificuldade que queira salientar para o jogo? "A nossa esperança é que amanhã também acalme aqui a chuva. Esta semana foi muito complicada, porque toda a chuva que caiu tornou os relvados muito complicados de se treinar, tanto que fomos treinar a um sintético. Acho que as coisas vão acalmar. Se houver vento, será para as duas equipas e isso não me preocupa em nada, a única coisa que não queria era que o palco dos jogadores, o relvado, não estiver apto para jogar. Mas vamos jogar com o que há. Se não for a tocar violino, será a tocar bombo, como se costuma dizer."

O Vizela tem sido diferente antes e a seguir ao intervalo dos jogos. "Em Viseu fomos mais fortes na primeira parte do que na segunda, houve jogos em que foi ao contrário. Cada jogo tem a sua história, se entrarmos melhor na primeira é positivo, porque o adversário é obrigado a mudar se marcarmos. Sabemos que as características dos nossos jogadores são boas para uma equipa que queira arriscar conosco. No FC Porto B, o jogo teve a nossa iniciativa, tivemos várias oportunidades, mas uma bola de sorte da outra parte perdemos o jogo. Mas isto é questão de sorte, caiu para o outro lado, mas haverá um dia em que cairá para o nosso. Temos que capitalizar nisso."

Ítalo e Hristov foram poupados? "São dois jogadores que têm dado boas respostas sempre que foram chamados. A utilização deles neste jogo foi devido a uma gestão por jogadores que tiveram a fazer 90 minutos constantemente. O Ítalo tinha fadiga nos isquitoibiais, se enviássemos um jogador assim para campo, provavelmente em 10 minutos tínhamos o jogador cá fora outra vez. O Andrea [Hristov] foi um cenário parecido, mas tenho plena confiança neles e contam sempre para mim. E há confiança no grupo, independentemente desses estarem de fora, tivemos um grupo que foi a jogo com iniciativa. Quem não estava a jogar de início mereceu na mesma esse voto de confiança."

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