A crónica do Benfica-Estoril, 1-1 (4-5 penáltis): um canário gigante e a águia preguiçosa
Campeões entraram sem atitude, intensidade, alegria. Reagiram, mas nunca foram esmagadores
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Um duelo equilibrado, decidido nos pontapés de penálti, permitiu ao Estoril assinar a segunda surpresa da final four da Taça da Liga. Um dia depois de o Sporting ter caído aos pés do Sp. Braga, foi a vez de o Benfica falhar a final da competição, vítima de um adversário claramente inferior. A história da surpresa começou com uma entrada amorfa, sem alma nem entusiasmo; prosseguiu com a desvantagem no marcador (golo de Guitane) e a dificuldade de reagir aos factos; e terminou, depois de ter chegado ao empate com mais de meia hora para jogar, com a procura da vitória sem criar verdadeiramente a sensação de um domínio avassalador. Certo que Dani Figueira foi protagonista (defesa assombrosa, aos 90’+6, a tiro de Di María), mas esse ímpeto final dos encarnados não impediu os estorilistas de se aproximarem com perigo da baliza de Trubin.