A crónica do Sporting-FC Porto, 1-0: uma vitória feita de nomes próprios
Dragões entraram melhor, mas sem poder de fogo; os leões reagiram e porque têm Gyökeres... marcaram
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Num jogo em que as ideias coletivas indiciaram tendências mas não estabeleceram verdadeiramente diferenças; no qual em nenhum momento da hora e meia as equipas atingiram o máximo ao mesmo tempo, os pratos da balança só balançaram pela força do talento individual: tudo aconteceu aos 56 minutos, numa jogada de envolvimento pelo coração da grande área portista, quando o talento de Quenda deixou Gyökeres na cara de Cláudio Ramos. Teria sido, em qualquer circunstância, a ocasião mais perigosa do jogo.