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Leões com posse de bola esmagadora operam reviravolta com oferta de autogolo e penálti
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Uma exibição pobre, marcada por muita bola mas pouco jogo, valeu ao Sporting a presença na final da Allianz Cup, na qual vai defrontar o Benfica. Frente a um adversário consistente, muito recuado e sem condições para se aproximar da baliza de Adán, a equipa de Rúben Amorim viveu condicionada pelo golpe de um golo sofrido num livre direto exemplar de Lincoln. A partir daí, o campeão manteve a toada, nunca perdeu a iniciativa, procurou uma, dez, vinte vezes acercar-se da baliza de Ricardo Fernandes mas fê-lo quase sempre sem discernimento. No fim, ganhou o jogo merecidamente. Uma vitória insonsa, para a qual contribuiu o tempero açoriano de um autogolo e de um penálti desnecessário que trouxe agregada uma expulsão.
José Francisco Neves, membro do Comité Executivo da Allianz Portugal
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