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"Presidente amigo, o nosso coração está contigo". Esta foi a faixa (existiam muitas outras) embandeirada pelos jogadores do Gondomar no final do jogo e que fazia alusão a José Luís Oliveira.
Escaldante! Era este o melhor adjectivo para definir este encontro jogo entre Gondomar e Dragões Sandineneses. De facto, o ambiente que rodeava a partida assim o fazia entender. O dispositivo policial era aparatoso (50 efectivos da PSP do Porto, mas 30 de prevenção).
Os gondomarenses foram em peso ao Estádio S. Miguel e hora e meia antes do início do encontro, a romaria era grande em direcção à Rua de Pevidal (local onde se situa o estádio). A polícia, com uma sistema bem montado, fazia vários rastreios.
Enquanto isso, o D. Sandinenenses saía de uma unidade hoteleira de Vila Nova de Gaia pouco passava das 14.30 horas.
Dois batedores da PSP do Porto lideravam o autocarro dos gaienses, que era seguido por uma carrinha da polícia. O percurso foi rápido (pouco mais de dez minutos). O semblante dos jogadores do Dragões era fechado. Depois seguiu-se o jogo.
No final da partida, os abraços entre gondomarenses foram efusivos. Henrique Nunes foi lançado ao ar. Cantava-se "campeões, campeões". Os jogadores visitantes saíam cabisbaixos. O Gondomar está a um passo da subida.
«Seria uma injustiça»
O Gondomar reforçou a liderança e o sonho da subida à Liga de Honra. No final, Henrique Nunes, o capitão Rómulo e o delegado Anselmo Serra (substituiu Joaquim Castro Neves), dedicaram a vitória a Valentim Loureiro, José Luís Oliveira e Joaquim Castro Neves.
O treinador, que esteve ausente do banco por castigo federativo, não acredita que a equipa não suba por questões administrativas relacionadas com o processo "Apito Dourado", e garante: "Estamos nesta posição por mérito próprio. Seria uma injustiça não subirmos. Esta vitória é dedicada ao presidente, que muito fez e tem feito por este clube."
O capitão Rómulo e Anselmo Serra, delegado que substituiu Joaquim Castro Neves no banco, estenderam a dedicatória da vitória de ontem "ao major Valentim Loureiro, ao presidente da Comissão Administrativa e a Castro Neves".
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