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Caldas alega que plantel não tinha condições para viajar e Praiense diz que caldenses se estão a aproveitar da situação
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O Caldas voltou a não conseguir voar para os Açores e a partida com o Praiense, a contar para a 27.ª jornada do Campeonato de Portugal, foi novamente adiada. Quinze minutos após a formação das Caldas da Rainha ter levantado voo em direção à ilha Terceira, o avião foi atingido por um raio e acabou por voltar a Lisboa por motivos de segurança.
Segundo Nuno Ferreira, vice-presidente do Caldas e responsável pelo futebol sénior, ainda foi sugerido novo voo pela companhia aérea encarregue de os transportar, mas os jogadores não tinham "condições psicológicas para viajar". "A parte humana está acima de qualquer valor", lembrou a Record.
"Voamos cerca de 15 minutos e a asa esquerda do avião foi atingida por um raio. Toda a gente que estava no avião sentiu. Viu-se um clarão muito grande e, de seguida, um estrondo. Parecia que o avião se ia partir todo. Depois, o comandante informou que íamos ter de regressar a Lisboa", contou.
Os clubes estão agora à "procura de uma solução para que o jogo seja realizado".
Presidente do Praiense fala em aproveitamento
Do lado da equipa açoreana, Marco Monteiro, presidente do Praiense, também mostrou abertura para remarcar a partida, já que o interesse "é vencer dentro de campo". Contudo, não fechou a porta a uma resolução da situação na secretaria, lembrando que tem de "defender os interesses do clube".
O dirigente dos insulares revelou que conversou com Jorge Reis, presidente do Caldas, e embora tenha dito que percebe a situação, lembrou que falou com pessoas que estavam no mesmo avião e que posteriormente voaram para os Açores.
"A companhia agendou o voo para mais tarde e veio toda a gente menos o Caldas. Tenho pessoas conhecidas que vieram no voo e ouviram-nos a dizer 'ainda bem que aconteceu esta situação porque assim temos mais uma semana para descansar'".
Marco Monteiro acrescentou que a equipa do Caldas está a aproveitar-se da situação para não rumar aos Açores, viagem que desgastaria os jogadores.
"Eu compreendo que eles têm um grande jogo para a semana, que é o jogo da vida deles e desejo-lhes boa sorte e que cheguem à final, mas aproveitaram a situação para não vir e ter mais tempo de descanso. Penso que fomos desrespeitados", atirou, relembrando que o Praiense enfrenta situações semelhantes e "dá a cara".
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