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Aos 30 anos, o médio Poejo decidiu dar um novo rumo à sua vida, equacionando até a possibilidade de deixar o futebol. Porém, o técnico do Olivais e Moscavide, Carlos Manuel, fê-lo mudar de ideias.
“Foi Carlos Manuel que me convenceu. Gostei de trabalhar com ele em Campo Maior e o projecto agrada-me. O objectivo é tentar estar perto do 1º lugar. O campeonato da II Divisão B é muito longo e desgastante e as equipas que se prepararem melhor andarão nas posições cimeiras. O Olivais e Moscavide pretende integrar o lote dos possíveis candidatos à subida na Zona Sul”, refere o experiente atleta.
Em relação ao plantel, Poejo já tem uma opinião formada: “Os jogadores mais novos têm muita qualidade e os mais experientes também. Há um bom ambiente de trabalho, pelo que podemos fazer uma boa época. Estamos a trabalhar com essa ambição. Quando se fizerem as contas, queremos estar numa posição que nos permita sonhar com a subida.”
No tocante ao papel a desempenhar pela massa associativa, considera-o fundamental: “Por norma, todos os adeptos são exigentes. Espero que os sócios e simpatizantes nos apoiem. Se isso acontecer, as coisas vão correr melhor.”
Poejo iniciou-se no CAC, da Pontinha, aos 8 anos; dos 11 aos 22 esteve no Sporting; depois, defendeu as cores da U. Leiria (duas vezes), E. Amadora, Aves, Campomaiorense e Alverca.
Uma carreira da qual não se arrepende. “Pontualmente, podia ter tido um pouco mais de sorte. Mas estou satisfeito com o que fiz e não me arrependo de nenhuma atitude que tomei.”
Atleta lamenta ordenados em atraso
“Em Alverca, fiquei com salários em atraso”, lamenta Poejo. “Para um jogador que vive do futebol, que tem as suas obrigações no fim do mês, não é fácil estar 2/3 meses sem receber. Alguns dirigentes não têm sensibilidade e quando os atletas tentam saber da situação, ficam chateados. Os clubes têm de ser responsabilizados pelas dívidas. Se continuar neste caminho, o futebol português vai mal. Salvam-se os grandes. Os mais pequenos têm de mudar de atitude”, sublinha.
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