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Defesa é o único sobrevivente da equipa do CNS e está feliz por ver a pantera crescer
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No Bessa reina a tranquilidade. O caso não é para menos. Nos últimos 5 jogos do campeonato, a equipa comandada por Miguel Leal somou 11 pontos, como resultado de três vitórias e dois empates (um deles na Luz). A meta da permanência, que o treinador dos axadrezados determinou, está agora apenas a 6 pontos e ainda há muito caminho para andar na prova principal do campeonato português.
Carlos Santos é o único jogador do plantel que atravessou a rua escura do CNS. O central de 27 anos é um dos capitães e esta época apenas foi titular na receção ao Sporting. "Estamos a trabalhar bem e os resultados que temos conseguido são fruto disso mesmo", referiu, pouco preocupado por estar a ser pouco utilizado.
"Este jogo com o Belenenses é igual aos outros e, por isso, vamos entrar para fazer o nosso jogo e para ganhar", acrescentou quem pretende "antes de tudo conseguir a permanência", bem recordado "de que nos últimos anos não foi fácil".
"O Boavista está a crescer muto mas temos de ir com muita calma, não pode ser muitas vezes como queremos, mas o que é importante é que estamos a conseguir ganhar dimensão de forma muito sustentada", concluiu o central boavisteiro.
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