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Partida com a UD Lanheses foi interrompida aos 61', altura em que Duarte Dinis desferiu um soco e um pontapé em Francisco Coutinho
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A partida entre o Âncora-Praia FC e a UD Lanheses, a contar para o campeonato da 1.ª Divisão da AF Viana do Castelo, foi interrompida durante a tarde de domingo devido a uma agressão de um jogador da formação de Vila Praia de Âncora ao árbitro do encontro, Francisco Coutinho. Duarte Dinis, o agressor, acabou detido pela GNR e será apresentado a tribunal já esta segunda-feira.
O caldo entornou ao minuto 61, altura em que a formação de Lanheses, visitante, vencia por 1-0. Nesse momento, o juiz do jogo assinalou uma falta a favor dos forasteiros, o que irritou os jogadores da casa, incluindo os que estavam sentados no banco.
Face aos protestos, o árbitro dirigiu-se junto dos suplentes do Âncora-Praia e expulsou Duarte Dinis. O que se seguiu foi mais um episódio negro no futebol distrital. Mal viu o cartão vermelho, o defesa de 24 anos perdeu a cabeça e, segundo os testemunhos recolhidos por Record, agrediu Francisco Coutinho com um soco e um pontapé.
"Aos 60 minutos, houve uma falta contra o Âncora. Seguiram-se protestos de um jogador que estava no banco, por palavras e gestos. O árbitro mostrou o vermelho e ele saiu do banco e começou a agredi-lo", contou Hélio Lourenço, presidente da UD Lanheses.
Em virtude do descontrolo que se verificou no relvado, a GNR entrou em campo e levou o jogador para a esquadra. Fonte do Comando Territorial de Viana do Castelo confirmou a Record tanto a ocorrência, como a detenção.
O árbitro, por sua vez, recolheu de pronto ao balneário, dando a partida como terminada. O processo irá agora ser analisado pelo Conselho de Disciplina da AF Viana do Castelo, mas, olhando ao histórico em situações idênticas, Hélio Lourenço, presidente do Lanheses, espera que a vitória seja atribuída à sua equipa.
"Nestas situações, a vitória é nossa. Já aconteceram no ano passado situações como esta, é-nos atribuída a vitória por 3-0. Estávamos a ganhar 1-0", apontou o líder do emblema.
Entretanto, o nosso jornal tentou ouvir também Patrícia Fão, presidente do Âncora-Praia, de forma a obter um esclarecimento sobre o sucedido. Tal não se revelou possível até ao momento.
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