Andreia Couto: «É triste chegar ao ponto de me denegrirem»

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• Foto: Arquivo/Manuel Azevedo

O dia de Andreia Couto começou com um estrondo. Pouco passava das 7h30 quando percebeu que estava a ser noticiado que havia sido despedida do seu cargo de diretora na Liga devido à suspeita de divulgar documentos para o exterior. Na base estava, também, o alegado desrespeito a Pedro Proença, presidente da Liga, assinaturas falsificadas na declaração de amamentação de um dos filhos, ter copiado documentos para uma ‘pen’ e ter tido acesso indevido a ficheiros da Liga.

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