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Com a entrada de Krpan, a U. Leiria passou a flanquear
o jogo e ganhou agressividade no ataque. E o Belém acabou aflito...
Após sete meses sem a U. Leiria conhecer a derrota, bastou um Belenenses numa tarde sofrível para lhe quebrar a invencibilidade. Os azuis prometiam, tendo em conta a forma como lhe correu a pré-época e o início da SuperLiga, mas cedo se percebeu que a inspiração escasseava. Com excepção feita ao “duo ouro negro” de Belém, Lourenço e Antchouet, que em dois momentos de inspiração resolveram o jogo.
De resto, o Belenenses até começou bem o jogo, cedo se adiantou no marcador numa lance em que Lourenço, de costas para a baliza, fez a rotação e desmarcou Antchouet com um passe com conta, peso e medida, pouco habitual nele. Duplo erro grave de marcação da defesa da União – João Paulo e Otacílio falharam. É curioso que o Belenenses tem dois avançados velocistas, perigosos quando têm espaço para a bola ser metida nas costas da defesa adversária, mas que sentem grandes dificuldades a jogar de costas para a baliza.
Não fazem contraste entre si. Pois bem, ontem os dois golos do Belenenses surgiram de dois lances em que um e outro combinaram justamente nesse tipo de jogada, para o qual não estão vocacionados.
Quinze minutos
O período promissor do Belém durou um quarto de hora. A partir daí o 4x4x2 azul encaixou no 4x2x3x1 da União [com três centrais e sem lateral-direito – Torrão subia para médio interior direito, para “encostar” em Zé Pedro.
O jogo tornou-se monótono, confuso, com muitos passes transviados e escassa circulação de bola. As duas equipas procuravam fazer um futebol directo, com o dois meio-campos a serem zona de transição da bola e as defesas, de frente para a bola, a ganharem os lances.
Transformação
Para a segunda parte, Vítor Pontes tirou Fábio Felício (não se deu por ele) e Freddy (por incrível que pareça, o ponta-de-lança da equipa, coisa que ele não é, seguramente). Lançou Geufer ‘em cunha’ nos centrais azuis e Krpan. Finalmente, a União de Leiria passou a ter posse de bola e a trabalhar o seu jogo, a flanqueá-lo, e ganhou velocidade e agressividade com a entrada de Krpan. O 2-1 surgiu com naturalidade [erro infantil da defesa azul que sofreu o golo de um... lançamento lateral!!!] e as coisas complicaram-se para o Belém, que segurou a vantagem com algum sufoco.
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