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Foi também sugerida, em nome da transparência, a divulgação dos áudios da comunicação entre árbitros e VAR
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A 11.ª Cimeira de Presidentes que decorreu na manhã desta quarta-feira, em Coimbra, chegou a algumas conclusões, que Record lhe dá a conhecer, especialmente centradas em três vectores: a nova estrutura externa da arbitragem, a centralização dos direitos audiovisuais e os custos de contexto da atividade, nomeadamente, os fiscais.
Sobre o sector da arbitragem, foi questionado o timing da reestruturação do atual modelo do sector, que coincidirá com um fim de ciclo na FPF, assim como pedida uma clarificação das vantagens de um novo modelo em comparação com o atual.
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De qualquer forma, os clubes deram conta das suas preocupações para o sector, nomeadamente: que a participação no modelo seja equitativa e equilibrada entre FPF, Liga Portugal e APAF; que o modelo de financiamento seja sustentado e rigoroso, em cumprimento com os limites orçamentais existentes; que o recrutamento e a gestão dos árbitros sejam baseados na meritocracia e classificações públicas; que exista um princípio de separação entre as funções de nomeação e de avaliação; e que a comunicação seja transparente e sistemática, assegurando-se um esclarecimento contínuo sobre a atividade, nomeadamente através da disponibilização dos áudios do VAR.
Ao nível da centralização dos direitos audiovisuais, as conclusões das sociedades foram positivas, desde logo pelos valores consideráveis sobre os quais o processo tem evoluído. As propostas sobre os direitos de transmissão podem representar um potencial de investimento no futebol profissional português na ordem dos 500 milhões de euros, sendo que a avaliação feita pelos interessados nos direitos (entre 250 e 500 milhões de euros) está alinhada com os números apresentados na cimeira anterior pela consultora Ernst & Young.
Neste âmbito, de destacar ainda que o trabalho desenvolvido pela Liga Centralização, empresa formada para a gestão do processo, foi na sua generalidade elogiado e destacada a importância de se cumprirem as datas impostas pelo Decreto-Lei 22-B/2021, assim como a necessidade de aprovação do Regulamento Audiovisual e do Regulamento de Controlo Económico.
No plano fiscal, de notar que a Confederação Empresarial de Portugal (CIP), que colabora com a Liga Portugal ao abrigo de uma parceria estabelecida em 2019, irá transmitir as preocupações dos clubes profissionais em sede própria. Desta lista fazem parte a necessidade de criação de condições fiscais em sede de IRS, IRC e IVA que propiciem a captação de investimento e permita captar e reter talento, assim como a alteração dos regimes das apostas desportivas com o objetivo de se conseguir uma distribuição mais justa e equitativa das receitas, além do reconhecimento do futebol profissional, ao nível governamental, tanto nas pastas do Desporto como nas da Economia e das Finanças.
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