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Os estudos apontam como de baixo-médio risco a infeção de jogadores em treino ou jogo, mas as conclusões estão longe de ser absolutas face aos desafios colocados pela pandemia. Há muito por quantificar
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Conclusões absolutas? São cientificamente impossíveis de alcançar no mundo em que estamos a viver. Consenso? Por consequência, é difícil de atingir, mas há estudos, análises e ferramentas de observação que permitem aferir - tanto quanto os avanços laboratoriais o permitem - o risco de infecção num jogo ou numa partida de futebol, que configura todo um trabalho em progressão. Agora que os alarmes voltam a soar por todo o planeta, Portugal não tem sido, naturalmente, exceção face a uma nova vaga, agravada pela nova variante da Covid-19: a Ómicron.
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