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Na sequência de um debate, na Cimeira dos Presidentes, sobre um novo modelo para a prova
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FC Porto e Benfica mostraram-se a favor de acabar a Taça da Liga, na sequência de um debate, na Cimeira dos Presidentes, em que a Liga Portugal propôs que todos os clubes profissionais participassem na prova (ao contrário do que acontece atualmente). Uma intenção também demonstrada por Nacional e P. Ferreira, pelo menos.
Nesta nova sugestão, os clubes presentes nas competições europeias fariam o mesmo número de jogos, sendo que a ideia seria fazer várias etapas desde início da época, até em Datas FIFA, para os restantes clubes das competições profissionais. Um torneio prévio, à imagem da Liga dos Campeões, em que cada clube faz 2 a 6 jogos e se faz uma classificação final para apurar os quatro melhores, que, posteriormente, se iriam juntar aos quatro primeiros na pretérita edição da Liga.
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Apesar deste novo formato colocado em cima da mesa, a verdade é que, apurou Record, a continuidade da Taça da Liga está em causa, já que a perspetiva de quem se manifestou contra é de que não dá retorno financeiro e é um problema para os calendários. Nesse sentido não existe consenso face ao modelo que foi proposto, será algo que terá de estar em análise nos próximos tempos. Reinaldo Teixeira disse estar convicto de que a competição vale mais, que pode gerar e distribuir mais receitas. Apesar da edição 2026/27 estar contratualizada, a vontade passar por reformular e dar continuidade.
De referir ainda que André Villas-Boas, no sentido de justificar o final da Taça da Liga, chegou mesmo a sugerir a ideia de se pensar em formatos alternativos, dando como exemplo a possibilidade de uma Taça Ibérica.
Além disso, foi ainda proposto por parte da Liga Portugal um playoff de promoção à 1ª Liga com mais clubes, até ao 5º lugar, algo que acresce motivação às competições. A ideia é que o 1.º e 2.º da 2.ª Liga subam diretamente, havendo depois o tal playoff com o 3.º, 4.º e 5.º, a quem se juntaria o 16.º classificado do principal escalão.
Por fim, a Direção da Liga apresentou também vários modelos competitivos disruptivos. Perante isso, a opinião geral dos clubes é que nesta fase e com as mudanças relacionadas com os direitos televisivos, não é momento de operar uma mudança profunda dos quadros competitivos.
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