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Presidente do Sindicato mostrou-se orgulhoso pela iniciativa
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A 23.ª edição do Estágio do Jogador e o inédito Estágio da Jogadora foi apresentada, esta quinta-feira, no Campus do Jogador, em Odivelas. Na abertura do seu discurso, o presidente do Sindicato, Joaquim Evangelista, sublinhou que se trata de "um dia histórico".
"Passados 23 anos, vamos ter um estágio para jogadoras, sem género. É um orgulho enorme. O sindicato foi das primeiras organizações a apostar no futebol feminino. Em simultâneo, foi transmitido pela Federação Portuguesa de Futebol [o valor de] 22 milhões de euros ao futebol feminino. Foi com enorme satisfação que fiz parte da equipa do projeto do Pedro [Proença]. No programa que foi validado, há muitas iniciativas e propostas que vão dirigidas a este projeto, aos jogadores em transição, carreiras duais, plano B ou reconversão de jogadores para outra atividade. O Pedro aceitou as propostas do sindicato, que vão ser fundamentais para os próximos quatro anos", destacou.
Por outro lado, o dirigente sindical vincou a importância da iniciativa. "Este é um projeto de referência da pré-época desportiva, com componente desportiva, treinos, jogos de exibição, competição e uma vertente formativa. Em paralelo, oferecemos aos jogadores e jogadoras módulos, nomeadamente sobre arbitragem, um tema muito sensível no futebol português. Vamos oferecer-lhes o que necessitam neste período. Temos uma equipa fantástica, liderada por José Pedro e Isabel Osório, que prescindiram da vida pessoal e profissional deles para se associarem a este projeto", enalteceu.
E prosseguiu na sua apresentação, direccionando a palavra ao embaixador do projeto: "O João Vieira Pinto, além de ter feito parte desta casa, que divide com a Federação, nunca deixou de dar um olhar especial aos jogadores e esteve sempre disponível para dar a cara".
Para finalizar, Evangelista reforçou a ideia do fomento do futebol feminino. "Temos consciência que Portugal ainda está com um problema de recrutamento. Todas as medidas adotadas são no sentido de incentivar as jogadoras a praticar o desporto. O estágio serve não apenas para as jogadoras que eventualmente recuperam aqui a forma, mas para atrair novas jogadoras. Este estágio pretende dizer aos pais e avós que este é um espaço seguro e de inclusão, onde as jogadoras podem desempenhar a sua atividade e experimentar o futebol sem metas e exigências. É fundamental haver espaços desta natureza para que elas pratiquem futebol sem medos", rematou.
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