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A promiscuidade entre alguns profissionais da comunicação social e as figuras do futebol é igualmente criticada por Jorge Batista...
A promiscuidade entre alguns profissionais da comunicação social e as figuras do futebol é igualmente criticada por Jorge Batista: "Há jornalistas que ficam excitados por estarem ao pé de um grande jogador ou de um grande treinador. Tudo começa aí. Muitos dos problemas do futebol português têm origem na própria imprensa. Sou jornalista há mais de 30 anos, sei do que estou a falar."
Jorge Batista é comentador na SIC e assessor de imprensa da FIFA e da UEFA. Diz que nunca teve problemas com adeptos, mas viveu um episódio complicado em 2010, com o então selecionador nacional Carlos Queiroz. O treinador terá tentado agredir o comentador no aeroporto da Portela quando os dois aguardavam por um voo com destino à Polónia, onde se iria realizar o sorteio da fase de qualificação para o Euro’2012. Na altura, Queiroz desvalorizou "uma troca de insultos e empurrões" entre pessoas que se conheciam há mais de 30 anos e disse que "tudo ficou resolvido". Versão sempre desmentida por Jorge Batista: "Chegou a dar-me um soco e ripostei. Ele foi ter comigo porque não está habituado a ser confrontado com críticas e opiniões. Está habituado a ouvir só elogios gratuitos. É um tipo megalómano, um egocentrista tremendo. Acha que é Deus no céu e ele na Terra. Mais um."
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Assim que o nome de Carlos Queiroz foi anunciado para substituir Scolari no comando técnico da equipa das quinas, Jorge Batista fez vários comentários dizendo que seria um desastre. "Não gostou das minhas opiniões e partiu para a agressão. É o típico treinador que ainda vive à conta dos dois Mundiais de juniores que ganhou [1989 e 1991]. Esperava que ele viesse ter comigo, reclamar, queixar-se, mas nunca que tentasse agredir-me."
O atual assessor de imprensa da FIFA e da UEFA diz que, depois desse episódio, existiram várias tentativas para o afastar desses cargos: "Todas vindas de Portugal", lembra. "Houve pressões do Queiroz, ou de pessoas ligadas a ele, para me tirarem da FIFA e da UEFA. Uma pressão suja. Não conseguiram porque a minha competência e o meu trabalho são superiores a essas tentativas."
Batista defende que a reação de Queiroz é típica de um país onde os protagonistas do futebol estão habituados à "opinião simpática": "Os fulanos que estão do outro lado acham que devemos falar sempre bem deles porque, caso contrário, não falam connosco. Há essa chantagem permanente."
Uma chantagem que Batista diz ter sofrido em alguns órgãos de comunicação onde trabalhou. "Já me disseram para não tocar em determinado tema para não ter problemas. Tanto no desporto como na política, porque também fiz jornalismo na área da política. Até censura me fizeram. Tiraram aquilo que eu tenha escrito. Depois ainda dizem que somos todos Charlie. Uma treta é que somos!"
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