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Comentador da SIC considera mesmo uma "vergonha"
Marques Mendes criticou duramente a escolha da deputada Cláudia Santos para presidente do Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF). No seu habitual espaço de comentário semanal na SIC, o antigo presidente do PSD apontou o dedo à acumulação de cargos, considerando uma "promiscuidade entre futebol e política".
"Pouca gente se apercebeu no país. Li uma, duas, três vezes e não queria acreditar. Uma deputada na Assembleia da República, quer ser deputada e presidente do CD da FPF. Não tenho nada contra a deputada, não está em causa a pessoa nem qualidades. É um problema político e ético, de promiscuidade entre futebol e política. Fiquei de cabelos em pé quando soube que já há projeto de parecer favorável da Comissão de Transparência da Assembleia. Primeiro já é séria a ligação entre futebol e política, é má para todos. Depois falamos de um órgão de polémica permanente e isto mina a imagem do Parlamento. É uma vergonha e é mau para todos", começou por dizer o comentador.
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"Se ela quer ser dirigente desportiva, renuncie ou suspenda o mandato no Parlamento. No ano passado os partidos aprovaram lei para dar poderes para que o Conselho Superior da Magistratura impeça que magistrados entrem em órgãos desportivos. E agora quer fazer uma coisa diferente para uma deputada. Isto é muito mau para a imagem do Parlamento. É legal mas pode-se e deve-se mudar a lei como fizeram com os magistrados", acrescentou Marques Mendes, pedindo a intervenção do próprio Primeiro-Ministro:
"Como é legal mas eticamente censurável, deviam dizer à deputada que não é politicamente recomendável. Isto é a degradação da vida política. O doutor Ferro Rodrigues preocupa-se e bem com a imagem do Parlamento. Não é ironia. Muitas vezes fá-lo bem feito e outras vezes nem tanto. Acho que ele não conhece o caso, mas quando conhecer vai certamente também ter influência para que não aconteça. O doutor Rui Rio que sempre defendeu sempre a separação entre política e futebol e provavelmente não conhece, mas só tem dois caminhos: ou propor a mudança da lei ou abandonar esta solução. E digo o mesmo ao doutor António Costa. É deputada socialista, mas se fosse de outro partido diria o mesmo. O Dr. António Costa se calhar não conhece o caso, mas quando conhecer acho que fazia bem em exercer magistratura de influência no sentido de arrepiar caminho. Isto faz mal à democracia. A deputada primeiro, e o Parlamento a seguir, ainda estão a tempo de refletir."
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