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O Conselho de Disciplina ordenou jogos sem público nos estádios da Luz, Braga e Capital do Móvel devido a incidentes com adeptos na época passada. Recurso para o Pleno suspende as penas.
O Benfica foi punido pela reincidência no arremesso perigoso de objetos com reflexos no jogo. Diante do Estoril, em partida disputada a 21 de abril, os encarnados viram ser aberto um processo disciplinar pelo arremesso de tochas e outro material pirotécnico, bem como de algumas cadeiras, para dentro do relvado, sobretudo depois dos golos da equipa encarnada (que venceu por 2-1), em especial o de Salvio, obtido nos descontos e na baliza mais próxima da bancada onde estavam adeptos dos encarnados. Antes, e também em encontros relativos ao campeonato passado, já o Benfica tinha sido punido por infrações semelhantes, cometidas nas partidas em casa de Tondela, Portimonense e Paços de Ferreira. Todas elas resultaram em processos disciplinares que haveriam de ser encerrados com multas. À quarta, o castigo foi de um jogo à porta fechada.
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No Sp. Braga-Sporting disputado a 31 de março, o árbitro Luís Godinho foi atingido por objetos vindos da bancada onde estavam os adeptos da casa – incluindo um cigarro aceso –, quando estava a rever um lance no monitor por indicação do VAR. O jogo esteve interrompido por alguns momentos, o que motivou a penalização aos minhotos. Os factos foram relatados por árbitro, delegados e polícia.
No Paços de Ferreira-Belenenses, a equipa de arbitragem liderada por Manuel Mota, em especial um dos assistentes, foi visada com diversos objetos vindos da bancada onde estavam os adeptos da casa, entre os quais isqueiros e até peças metálicas. O juiz da partida recolheu alguns deles e entregou-os aos delegados, fazendo ainda queixa às forças policiais que estavam no estádio.
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