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Se a Taça é uma festa e a festa está associada à ideia da surpresa, do agigantamento dos mais fracos e da consequente negação da lógica, então a Académica preferiu não ir em cantigas, salvaguardando, o mais depressa que pôde, o essencial, que era ganhar.
Com uma rajada de três tiros nos primeiros dez minutos, os estudantes mataram todas as hipóteses de haver Taça, ao mesmo tempo que liquidavam o sonho do Infesta. Foi um fuzilamento sem causa - aconteceu naquela altura de indefinição, quando ainda ninguém fez por merecer sorte ou azar - mas com efeito no desenrolar do jogo, condicionado por esse 3-0 concebido em tão pouco tempo.
O golpe foi duro em demasia para os forasteiros, que em vez de se motivarem pela visita a um grande palco, mergulharam na depressão que os fez parecer muito pior do que são na realidade. Enquanto a Académica foi jogando tranquilamente, já segura do triunfo e, por isso mesmo, com os índices de concentração a diminuir, honra ao Infesta, que se uniu na desgraça, recuperou as ideias, recompôs a casa e começou a dar sinais de que não estava disposto a sair com a imagem tão degradada.
A entrada de Rivaldo foi o primeiro sinal de atrevimento do Infesta, ainda na primeira parte. Um primeiro passo que não deu logo frutos, até porque o domínio pertenceu sempre aos comandados de Vítor Oliveira, mas que havia de ser a origem de um processo que levou ao resultado final. No segundo tempo, a aproximação das duas equipas foi notória. E mais ainda quando a Académica perdeu Fábio Felício por lesão e Manuel António resolveu lançar Nélson no jogo.
Depois disso, Rivaldo reduziu para 1-4 e o recém-entrado Nélson fez o 2-4. Como Buszáky foi expulso a cerca de 5' do fim, o Infesta cresceu, acreditou que a recuperação podia não ficar por ali e lançou o pânico no extremo reduto contrário. Não deu para evitar o desaire, mas serviu para pôr as coisas no lugar: estamos perante uma equipa que sabe jogar e tem soluções interessantes.
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