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Mal o jogo começara e logo Krpan fazia o resultado. Insegura, a Académica tudo tentou para marcar, mas Dário até um "penalty" falhou
O jogo foi espelho fiel do estado de espírito das equipas. Intranquila, a Académica sofreu rude golpe logo aos três minutos, a sangue-frio, quando o remate cruzado de Krpan valeu a vantagem leiriense. A União, que se apresentava mais estável, ganhou confiança e soube gerir o precioso tento.
João Carlos Pereira deu a titularidade a Dário, colocando atrás de si três elementos para apoio. Paulo Adriano e Tixier actuavam no centro, à frente do quarteto defensivo. Vítor Pontes definia um 4x3x3 ameaçador, com Otacílio como vértice recuado do triângulo ao meio, ladeado por Paulo Gomes e Edson. Nos flancos, Caíco e Fábio Felício ajudavam Krpan.
Enquanto Dário parecia uma ilha, rodeado de defesas, sem bola em condições nem auxílio próximo, os leirienses actuavam com impressionante frieza. A Académica era incapaz de ligar os sectores, tornando-se óbvia e previsível nos movimentos. Rafael Gaúcho e Joeano trocaram de flanco e, pouco depois da meia hora, Dário serviu o segundo para o golo, mas a emenda não surgiu.
Nem de "penalty"!
No reinício, Joeano juntou-se a Dário na frente, Paulo Adriano, Gaúcho e Ricardo Fernandes eram o trio de apoio ao ataque, Tixier ficou só no centro. Os conimbricenses passaram a ser mais acutilantes, embora os passes errados e a falta de lucidez inviabilizassem os remates face à inoperância do adversário.
A meio da segunda parte vieram as substituições: Luciano trouxe dinâmica ao ataque e o 4x3x3, Torrão implicou simples troca de um médio-centro por outro. Depois, João Carlos Pereira retirou Paulo Adriano, procurando dinamizar o jogo com Dionattan. E, aos 73', a esperança do empate animou as bancadas depois de Paulo Gomes derrubar Dário na área. Só que, na cobrança, a referência atacante atirou ao poste direito, multiplicando-se o desânimo. Dois minutos mais tarde, nova ocasião flagrante com os mesmos intervenientes: Dário cabeceou centro de Luciano, o esférico embateu no poste direito.
Até final, Coimbra quis assaltar o castelo de Leiria, mas fê-lo de forma confusa. E nem a expulsão de Fábio Felício criou margem de manobra para o golo. A Académica foi infeliz, mas também pouco imaginativa.
Arbitragem irregular.
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