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Só Júnior soube encontrar os caminhos do golo, num jogo que só valeu pelo vigor. Venceu a equipa que falhou menos
Com vigor e sobretudo com muita insistência, o Paços de Ferreira ultrapassou, ontem, a Académica, num jogo que valeu muito pouco. Os locais chegaram à vitória, a custo, porque souberam impor as suas condições, embora deva ser desde já referido que não lhes sobrou futebol. Venceu, enfim, a equipa que falhou menos, contra um adversário que não teve capacidade para reagir ao inesperado, ou seja, ao golo que surgiu logo no início da segunda parte.
O Paços de Ferreira, que precisava com urgência de somar pontos, entrou decidido, pensou essencialmente em jogar à bola, evidenciou razoável agressividade, mas nunca soube atacar com ordem e critério. Bem cedo se notou que a sua equipa revelava grandes deficiências na elaboração do seu jogo, e por força de um meio-campo que, desde sempre, deu sinais evidentes de grande fragilidade. Ninguém queria assumir o protagonismo e ninguém queria ter a bola nos pés; notou-se sobretudo muita precipitação no passe, e, como já ficou expresso, todos atacavam a baliza de Pedro Roma sem capacidade intimidatória.
Nesta primeira fase, a equipa da Académica, muito mais tranquila, resolvia todos os lances sem dificuldade e sem esforço, e, por vezes, lançava-se numa contra-ofensiva teimosa, colocando em sobressalto a defesa contrária. Com as oportunidades divididas, mas com sinal mais para a equipa do Paços de Ferreira, chegou-se ao intervalo, numa primeira fase que, como já foi dito, valeu apenas pelo vigor colocado em campo pelos dois conjuntos.
A segunda metade abriu com o golo de Júnior, de "penalty", e a castigar uma falta indiscutível de Pedro Roma sobre Manduca. Esse golo não provocou grande impacto nos visitantes que, a partir daí, se apresentaram mais corajosos, é verdade, mas, e a exemplo do seu adversário, nunca souberam encontrar os caminhos do golo. A equipa de Coimbra não conseguiu meter-se em brios, procurou ir para a frente e tentou chegar ao empate, mas as soluções encontradas nunca foram as mais indicadas.
Do lado contrário, a preocupação passou por defender a tímida vantagem - todos foram muito solidários nessa missão - e aqui e ali ainda esboçaram um contra-ataque, embora sem grande sentido prático. O Paços de Ferreira agarrou a vitória com as duas mãos, num jogo medíocre, e em que valeu o golo de Júnior, o único que soube encontrar o caminho do golo.
Uma nota final para o árbitro: um grave erro, aos 71', quando não viu ou não quis ver uma falta, dentro da área, de Pinheiro sobre Toni. O "penalty" ficou por marcar.
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