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Reduzir os custos e aumentar os proveitos é a prioridade de Lopes de Castro para a presente temporada. No entender do presidente, trata-se da única forma de conseguir cumprir o “orçamento de contenção”, no valor de pouco mais de 1,6 milhões de euros, aprovado na assembleia geral do passado domingo.
A verba em causa podia ser menor não fossem os 181.500 euros necessários para amortizar as dívidas fiscais herdadas de gestões anteriores, entre elas o Plano Mateus. Além disso, pelos números expostos, os ordenados dos jogadores e equipa técnica do futebol profissional totalizam 761 mil euros que, juntamente a gastos com funcionários, departamento médico, seguros, água e luz, manutenção do relvado e variadas parcelas atinge 1.081 milhões de euros.
Por outro lado, são esperados 589 mil euros de publicidade, incluindo o Totobola e outras verbas. Montante a que se juntam os 530 mil euros de subsídios do Estado e entidades públicas, estando prevista a entrada de 137 mil euros como receitas extraordinárias para que seja possível atingir o valor aprovado.
Está ainda projectado um aumento de 40 mil euros, em relação à época anterior, nas receitas de bilheteira, já que os jogos com o V. Guimarães e Rio Ave, devem levar ao estádio do Varzim um grande número de espectadores.
De resto, à semelhança do que aconteceu com o Leixões, responsável pela maior receita do último campeonato.
Novos "sponsors"
O clube conta com novos patrocinadores no equipamento. Depois de ter anunciado a Sanipóva no patrocínio do futebol profissional, o futebol de formação ficará a cargo da Duc-Dulimar, empresa que vai construir o novo estádio e centro de formação.
Para garantir mais uma fonte de rendimento, o Varzim está à espera da autorização da edilidade para fazer a exploração do parque de estacionamento junto ao estádio.