Vasco Seabra e o embate difícil com o Gil Vicente: «Temos de estar no limite»

Vasco Seabra comenta derrota do Arouca frente ao FC Porto
• Foto: Lusa/EPA

Vasco Seabra pretende dar continuidade ao momento de crescimento que o Arouca tem vindo a patentear, mas foi célere a elogiar os predicados do Gil Vicente para justificar a elevada exigência que esta jornada implica para os lobos ibéricos.

“Não creio que seja mais acessível só porque o Gil Vicente está sem vencer há cinco jogos, até porque também só perdeu um nesse período. É uma equipa de elevada qualidade, que sofre poucos golos e muito difícil de bater, de modo que temos de estar no nosso limite. Somámos pontos nos últimos dois jogos e não sofremos golos, mas para dar continuidade a esta série temos de repetir os mesmos padrões, como agressividade e ritmo alto”, comentou o técnico arouquense, salientando que “as coisas não vão acontecer se a equipa não se entregar a elas”: “Vamos defrontar um adversário que tem muita posse de bola e é muito bom no processo defensivo, pelo que não podemos dar espaços para que possam definir como gostam, mas também nos sentimos uma boa equipa e acho que estão reunidas todas as condições para que seja um bom desafio”.

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Ideia de continuidade que Vasco Seabra também formulou mediante um Gil Vicente frente a quem o Arouca nunca conheceu o sabor da derrota no histórico dos 12 desafios que os dois emblemas disputaram na Liga Betclic.

“A minha responsabilidade é diária e quando não vencemos um jogo sou muito penalizador comigo, mas sigo sempre com o mesmo entusiasmo A história vale o que vale e é sempre mais positivo dar sequência quando elas nos favorece, mas a nossa responsabilidade é agarrar nesses dados e transformá-los em exigência e cobrança para nos mantermos sempre muito ligados, de modo a que seja possível dar continuidade ao nosso processo de crescimento”, referiu Vasco Seabra, reconhecendo que a proximidade do mercado de Inverno poderá suscitar algumas alterações no plantel: “Sabemos quais são as nossas fragilidades e quais são as nossas forças, mas não há nenhum plantel perfeito, seja aqui ou na Premier League, onde há muito poder financeiro. Desde o início que tenho defendido a qualidade deste grupo e os últimos jogos provam a capacidade da equipa em somar pontos, mas, provavelmente, serão realizados alguns ajustes, que encaramos com normalidade”.

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Por Pedro Malacó
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