Contratação de Simón Ramírez causa polémica no Chile

• Foto: Simão Freitas

A direção dos chilenos do Huachipato teceu esta terça-feira críticas à ação da agência de representação de jogadores AIM Fútbol, a mesma que representa o benfiquista Simón Ramírez, mostrando-se agastada pela forma como aquela empresa opera e fecha os seus negócios. Em causa está a recente transferência de Víctor Dávila, que decidiu trocar o clube chileno pelos mexicanos do Necaxa, num negócio que apenas renderá 200 mil dólares (183 mil euros) ao Huachipato, referentes aos direitos de formação, isto depois de o jogador ter recusado renovar o seu contrato, que finaliza no final da presente época.

"Tentámos renovar com o Dávila desde o ano passado e tivemos alguns avanços junto do seu antigo agente, Cristían Ogalde. Depois disso, o Dávila deixou o Ogalde e assinou pela AIM. Após o Sul-Americano de Sub-20, negociámos a sua renovação e chegaram-nos propostas por ele. Influenciado pela AIM, o jogador não aceitou. Agora vai para o Necaxa e não jogará mais aqui", assegurou Marcelo Pesce, presidente da Comissão de Futebol do clube, que depois recorda a situação de Ramírez: "Levaram-no para o Benfica e acabou a jogar na equipa B. É frustrante ver a forma como operam".

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Ramírez, recorde-se, chegou ao Benfica no mercado de inverno, tendo assinado contrato até final da temporada 2022/23. Até ao momento soma dez encontros disputados com a camisola das águias, cinco nos juniores e outros cinco na equipa B.

Por Fábio Lima
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