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O gerente da Capinvest, arguido no processo Saco Azul, confessou que a empresa emitiu faturas fictícias que estão na base do Processo Saco Azul. O empresário é um dos quatro arguidos neste processo e foi ouvido pelo Tribunal Central de Instrução Criminal, momento em que, de acordo com o 'Observador', admitiu estar consciente da emissão de faturas falsas relativas a quatro contratos que totalizaram 2,2 milhões de euros a favor da Questão Flexível. O empresário reconheceu que nenhum serviço foi prestado ao clube da Luz e que recebeu dois por cento do valor de cada uma.
De acordo com a mesma publicação, o Tribunal terá conseguido provar que empresa Questão Flexível prestava, de facto, este tipo de serviços. Contudo, terão sido encontrados indícios suficientes de que "os contratos em questão são aparentes e que com a celebração se visou, tão só e apenas, justificar a saída" de dinheiro das contas da Benfica SAD e da Benfica Estádio.
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